A Revelação Natural e o Evangelho de Cristo | Rev. Augustus Nicodemus

“Portanto, a ira de Deus é revelada do céu contra toda impiedade e injustiça dos homens que suprimem a verdade pela injustiça, pois o que de Deus se pode conhecer é manifesto entre eles, porque Deus lhes manifestou. Pois desde a criação do mundo os atributos invisíveis de Deus, seu eterno poder e sua natureza divina, têm sido vistos claramente, sendo compreendidos por meio das coisas criadas, de forma que tais homens são indesculpáveis. “

Romanos 1:18-20

Você valoriza o privilégio de ouvir o Evangelho de Cristo enquanto milhões nunca o ouviram?

Será que sua recusa em acreditar em Deus, talvez não seja uma vontade de que Ele não exista?

Qual é o seu estado diante de Deus?

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Se Deus é bom, por que Ele permite o sofrimento? (Pregação)

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Para ouvir a pregação clique no link:

Se Deus é bom, por que Ele permite o sofrimento?

Fonte: Igreja Esperança – Igreja Cristã Reformada

Cultos: 10h30 e 18h15
Rua Jaguari, 673, Bonfim – BH
Link da IE no Google Mapas: https://goo.gl/39A2zA

Idolatria na Adoração | Bob Kauflin

Microphone

Qual é o maior obstáculo para você ao adorar a Deus junto com a igreja?

Posso pensar em várias respostas possíveis: nosso líder de música não tem muita experiência. A liturgia é muito engessada. A banda é muito ruim. O pregador é muito desanimado. Nossa igreja é muito pequena. Ou, nossa igreja é muito grande.

Embora eu não queira minimizar a importância de planejamento fiel, habilidade musical e liderança sábia, nosso grande problema quando falamos de adorar a Deus não é externo a nós, mas está em nossos próprios corações. É o problema da idolatria.

Qualquer outra coisa além de Jesus

“Filhinhos, guardai-vos dos ídolos”, disse João ao encerrar sua primeira carta. Em outras palavras, não busque em qualquer outra coisa além da glória de Deus em Cristo a fonte de sua maior alegria, mais profunda satisfação e maior autoridade.

A idolatria pode estar em ação em meu coração mesmo quando estou reunido com o resto da igreja. Sempre que penso que não posso me encontrar com Deus a não ser que “x” esteja presente, estou afirmando algo muito profundo. Se “x” é qualquer coisa além de Jesus Cristo e seu Espírito Santo, estou me movendo em território idólatra.

É claro, Deus usa meios para se revelar. Nós o encontramos por meio de sua palavra lida e pregada, pela Santa Ceia, na comunhão uns com os outros e em nossas canções e orações. Mas quando fazemos desses meios – ou, mais especificamente, a execução desses meios – a base para nossa comunhão com Deus, acabamos de adicionar uma barreira desnecessária para encontrá-lo. Nós comparecemos à assembleia dos santos como consumidores e juízes idólatras, ao invés de servos e recebedores agradecidos.

Nossos ídolos nos cultos de Domingo

Quais são alguns dos ídolos que talvez enfrentamos nos Domingos? Aqui estão alguns que me vêm à mente.

Excelência musical

É fácil ser distraído por execuções desleixadas, músicas simplistas, guitarras e vocalistas desafinados, bateristas fora de ritmo ou uma mesa de som desregulada. É por isso que habilidade musical é um mandamento bíblico (Salmo 33.3). Mas ao invés de apenas criticar internamente o que está acontecendo, eu posso pensar que Deus usa as coisas tolas desse mundo para confundir as sábias (1 Coríntios 1.20-31). Eu posso me lembrar que Jesus aperfeiçoa todas as nossas ofertas de adoração por meio de seu sacrifício definitivo (1 Pedro 2.5), e que mesmo a apresentação mais brilhante é insuficiente em si mesma para merecer o favor de Deus. Pode ser útil também conversar com o responsável após o culto para comunicar, de forma humilde, o que você tem ouvido onde você se senta.

Preferência musical

Nossos líderes nem sempre escolhem as músicas do nosso iPod. E eles não deveriam. A melhor música para a congregação serve tanto à letra quanto à unidade da congregação, não aos nossos gostos e desgostos pessoais. Nenhuma música deveria nos impedir de glorificar nosso Redentor. Nós nos reunimos com o corpo para edificarmos uns aos outros. Eu dou mais glória a Deus ao me regozijar quando os outros membros da igreja estão sendo edificadas por uma música, mesmo que não seja uma das minhas preferidas.

Habilidade homilética

Quem nos dera que todo pregador fosse tão bem treinado, dotado e hábil como alguns dos pregadores mais conhecidos de nossos tempos. Mas não são. Mas, desde que estejam pregando o evangelho e buscando comunicar a palavra de Deus fielmente, eles estão obedecendo a Deus – e nós podemos nos regozijar nisso (2 Timóteo 4.2). Como o avô de Charles Spurgeon disse certa vez, alguém pode pregar melhor o evangelho, mas ninguém prega um evangelho melhor. Seja resoluto em encorajar e agradecer o pregador da sua igreja.

Criatividade

Criatividade nunca deve ser o objetivo da nossa adoração. Deve ser apenas um meio para o fim de demonstrar e enxergar a glória de Cristo mais claramente. Novas formas ou meios de comunicação podem nos dar uma perspectiva diferente, de forma que a verdade tenha um impacto maior em nós. Mas se estamos preocupados porque nossa adoração comunitária não é legal, hipster, ou surpreendente o suficiente, precisamos nos lembrar que o evangelho de Cristo é sempre uma novidade – e a melhor novidade que poderíamos ouvir.

Experiências

Todos amam “experiências de adoração” com Deus. Mas o objetivo do povo de Deus ao se reunir não é simplesmente de sentir borboletas no estômago, mas ver e lembrar de algo com verdadeira afeição. Esse “algo” é a palavra, as obras e a glória de Deus, especialmente no que ele revelou de si mesmo em Jesus Cristo (2 Coríntios 4.6). Se eu busco apenas arrepios ou picos de emoção durante um culto, Deus se torna simplesmente mais uma das numerosas opções que eu posso escolher.

Liturgia

Formas e práticas são significativas quando nos reunimos como povo de Deus par adorá-lo. Nossas reuniões refletem e modelam nossas crenças. Mas não há qualquer “perfeccionismo litúrgico” que possamos alcançar que jamais fará nossa adoração mais aceitável pra Deus do que ela já é em Jesus. Nosso objetivo é fazer por meio da fé o que aumente a glória de Cristo mais efetivamente e de forma mais fiel à Escritura. Nós podemos e devemos usar elementos e proposições bíblicas na adoração comunitária. Mas a liturgia deve nos servir, não nos governar. Como Deus viu por bem dar liberdade na forma, nós também deveríamos.

Toda vez que nos reunimos, é uma oportunidade de glorificar a graça de Deus revelada a nós em nosso Salvador crucificado e ressurreto. Não deixemos os ídolos nos impedirem de nos regozijarmos na alegria inexprimível de que nossos pecados foram perdoados e fomos reconciliados com Deus.

Traduzido por Filipe Schulz | Reforma21.org | Original aqui

A Vontade de Deus e a Mente Cristã | John Stott

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Que Deus quer guiar o povo dele e é capaz de fazê-lo é um fato. Isso é o que a Escritura nos ensina; em Suas promessas (por exemplo, Pv 3:6 ” Ele endireitará as tuas veredas”), em Seus mandamentos (por exemplo, Ef 5:17: “Não sejam insensatos, mas procurem compreender qual a vontade do Senhor”); e em suas orações (por exemplo, Cl 4:12…”que vos conserveis perfeitos e plenamente convictos em toda a vontade de Deus”).

Mas como descobrimos a vontade de Deus? Há crentes que afirmam, com certa facilidade, que “o Senhor me disse para fazer isto” ou “o Senhor me chamou para fazer aquilo”, como se tivessem uma linha direta com o céu e estivessem em permanente e direta comunicação telefônica com Deus. Acho difícil acreditar em tais pessoas. Outros há que pensam receber minuciosa direção de Deus fazendo as mais imaginativas interpretações de passagens bíblicas, matando o sentido natural, violando o contexto e não tendo uma base numa exegese segura, nem no senso comum.

Se queremos discernir a vontade de Deus para conosco, devemos começar fazendo uma distinção importante: sua vontade “geral” e sua vontade “particular”. A vontade “geral” de Deus é assim chamada por ser sua vontade para com todo o seu povo em geral, em todas as épocas; ao passo que, a vontade “particular” de Deus pode ser referida por ser sua vontade para com pessoas em particular e em ocasiões específicas. A vontade geral de Deus para conosco é que nos conformemos à imagem de seu Filho. A vontade particular de Deus, por outro lado, refere-se a questões tais como a escolha da profissão; a escolha do companheiro ou companheira na vida; e como empregar nosso tempo, nosso dinheiro e nossas férias.

Precisamos ter princípios seguros para a interpretação bíblica. Precisamos estudar, discutir e orar.

Uma vez feita essa distinção, achamo-nos em condições de repetir e responder aquela nossa pergunta sobre como descobrirmos a vontade de Deus. Pois a vontade geral de Deus foi revelada nas Escrituras. Não que seja sempre fácil discernir sua vontade nas complexas situações éticas modernas. Precisamos ter princípios seguros para a interpretação bíblica. Precisamos estudar, discutir e orar. Não obstante, continua sendo verdade, no que se refere à vontade geral de Deus, que a vontade para com o Seu povo se encontra na Palavra de Deus.

A vontade particular de Deus, por outro lado, não se encontra “pronta” na Escritura, pois a Bíblia não se contradiz, e é uma característica da vontade particular de Deus que ela seja diferente para diferentes membros da sua família. É claro que encontramos nas Escrituras princípios gerais que nos orientam na tomada de nossas decisões em particular. E não nego que muitos homens de Deus, pelos séculos a fora, afirmaram Ter recebido das Escrituras uma direção detalhada. Todavia, devo repetir que está não é a forma de como Deus costumeiramente procede.

Considere, por exemplo, a questão do casamento. A Escritura lhe dará uma direção em termos gerais. Ela lhe dirá que o casamento está nos planos de Deus, e que uma vida de solteiro deve ser a exceção, não a regra; que um dos objetivos principais do casamento é o companheirismo, e essa é uma das qualidades a ser procurada na pessoa com que se casar; que como cristão você tem a liberdade de se casar somente com quem seja também crente em Jesus; e que o casamento (o compromisso total e permanente de um homem com uma mulher) é o contexto ordenado por Deus no qual a união e o amor sexual devem ser desfrutados. Estas e outras verdades vitais acerca da vontade geral de Deus para com o casamento, a Escritura lhe mostrará. Mas a Bíblia não lhe dirá se é a Clara, a Mara, a Sara ou a Nara aquela com quem você deverá se casar!
Como então tomar uma decisão a respeito desta importantíssima questão? Há somente uma resposta possível: usando a mente e o senso comum que Deus lhe deu. Você certamente orará pedindo a direção de Deus.

E se você for sábio, pedirá o conselho de seus pais e de outras pessoas mais velhas que o conhecem bem. Mas a decisão final é sua, na confiança de que Deus o guiará no seu próprio raciocínio.

“Não sejais como o cavalo ou a mula, sem entendimento, os quais com freios e cabrestos são dominados; de outra sorte não te obedecem” (Sl 32:9).

Há uma boa base bíblica, no Salmo 32:8-9, para o uso da mente dessa forma. Estes dois versículos devem ser lidos em conjunto. Eles nos dão um bom exemplo do equilíbrio que há na Bíblia. O versículo 8 contém uma promessa quanto à direção de Deus: “Instruir-te-ei e te ensinarei o caminho que deves seguir; e sob as minhas vistas, te darei conselho”. É, com efeito, uma tríplice promessa: “instruir-te-ei, ” “ensinar-te-ei, ” e “dar-te-ei conselho”. Mas o versículo 9 acrescenta imediatamente: “Não sejais como o cavalo ou a mula, sem entendimento, os quais com freios e cabrestos são dominados; de outra sorte não te obedecem”. Em outras palavras, embora Deus prometa nos guiar, não devemos esperar que o faça tal como guiamos cavalos e mulas. Deus não porá um freio, nem uma rédea em nós; pois não somos cavalos nem mulas: somos seres humanos. Temos entendimento, o que mulas e cavalos não têm.

É, pois, pelo uso de nosso próprio entendimento, iluminados pela Escritura e pela oração, recebendo o conhecimento de amigos, que Deus nos guiará para conhecermos sua vontade particular para nós.

É urgente atentarmos a essa advertência da Escritura. Já vi muitos jovens cristãos cometerem erros sérios e tolos por agirem sob algum impulso irracional ou “por palpite”, em vez de se valerem da mente dada por Deus. Poderiam fazer suas as palavras de Bernard Baruch: “Todos os fracassos que tive, todos os erros que cometi, todas as tolices que já vi por aí, tanto na vida pública como no particular, foram a consequência de uma ação não pensada. ”.

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Trecho extraído do livro Crer é Também Pensar, da Editora Ultimato. John Stott é conhecido no mundo inteiro como teólogo, escritor e evangelista, Ele é autor de mais de quarenta livros, incluindo A Missão Cristã no Mundo Moderno, A Bíblia Toda, o Ano Todo, Por Que Sou Cristão O Incomparável Cristo, A Mensagem de 2 Timóteo, A Mensagem de Atos, A Mensagem de Romanos, A Mensagem de Efésios, Ouça o Espírito, Ouça o Mundo, Sinais de Uma Igreja Viva, A Verdade do Evangelho e o campeão de vendas Cristianismo Básico. Falecido em 27 de julho de 2011, Stott foi pastor emérito da All Souls Church, em Londres, e fundador do London Institute for Contemporary Christianity. Foi indicado pela revista Time      como uma das cem personalidades mais influentes do mundo.

Audiobook : Quando Pecadores Dizem “Sim” | Dave Harvey

Pecadores que dizem sim

O casamento é a união de duas pessoas que chegam ao altar com uma bagagem surpreendentemente grande. Em geral, ela se abre durante a lua-de-mel; às vezes, espera até à semana seguinte. A Bíblia chama-a de pecado. Compreender a sua influência pode fazer toda a diferença para um homem e uma mulher que estão construindo a vida juntos.

Quando Pecadores Dizem Sim aborda a importância do poder transformador do evangelho na imprevisível jornada do casamento. O estilo de redação de Dave Harvey cativa o leitor, enquanto fala com honestidade e, às vezes, humor a respeito do pecado e do poder do evangelho para vencê-lo. Ele descortina a maravilhosa verdade da Palavra de Deus e encoraja o leitor a perceber com mais clareza o glorioso panorama do que Deus faz quando pecadores dizem Sim.

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Guardai-vos dos Ídolos! | Josemar Bessa

Sabemos que somos de Deus e que o mundo todo está sob o poder do Maligno. Sabemos também que o Filho de Deus veio e nos deu entendimento, para que conheçamos aquele que é o Verdadeiro. E nós estamos naquele que é o Verdadeiro, em seu Filho Jesus Cristo. Este é o verdadeiro Deus e a vida eterna.

Filhinhos, guardem-se dos ídolos.

(1 João 5:19-21)

Vivemos numa cultura de ídolos – Sexo, poder, posição, honra, romance… Ídolos são traficantes de escravos disfarçados como abolicionistas.

(Josemar Bessa)

Conversões Superficiais, Cristianismo Superficial | C. H. Spurgeon

Embora eu me regozije com conversões súbitas, eu tenho sérias suspeitas quanto a essas pessoas repentinamente felizes que nunca parecem ter se entristecido com o próprio pecado. Receio que esses que vêm tão facilmente à sua religião que freqüentemente a perdem completamente com a mesma facilidade.